quarta-feira, 14 de junho de 2017

BORBOLETINHA E SEUS MUSCULOS

MUSCULOS ENVOLVIDOS NA BORBOLETINHA CHAMADOS DE ADULTORES LONGOS DO QUADRIL EM VERMELHO E EM AZUIS OS GRACIL

domingo, 21 de maio de 2017

bailarinas versus pernas em X

Acontece muito quando falo para as minhas alunas, principalmente iniciantes, que elas possuem “pernas em x”: os olhos se arregalam, surge um desespero e uma indagação “O que é isso? É bom? Vou morrer? Tem salvação?”.
A verdade é que as pernas em x, tão famosas por quem está no meio do ballet clássico, também são pouco estudadas. Eu mesma já passei por mil opiniões e tratamentos diferentes (mesmo que eu não tenha a verdadeira perna em x) e agora que estou lecionando resolvi me valer das aulas, dos estudos teóricos, mas principalmente do que aprendi observando meu corpo, para ensinar meus alunos.
Para poder trabalhar bem essa perna que é muito bem vista estéticamente, mas díficil de compreender fisicamente, é preciso entender na anatomia o que ela é afinal.
MENTIRA: PERNA EM X É QUANDO O JOELHO ESTICA PARA TRÁS
Geralmente, quando seu professor de ballet diz que você tem “perna em x” é porque ele viu seus joelhos esticarem mais do que deveriam. Assim:
Isso, aliás, NÃO é perna em x.
Esse joelho que “estica para trás” é, na verdade, hiperextenso e tem nome técnico e tudo: Geno Recurvato. 
O geno recurvato é a projeção do joelho para trás causada pela hipertrofia da musculatura extensora dos joelhos. Nesse “modelo”, a linha da gravidade passa à frente dos joelhos e a tíbia é jogada para trás. Esse tipo de desvio pode ocorrer não só na concepção anatômica mas também com a prática de exercícios de alongamento.
VERDADE: PERNA EM X É QUANDO OS JOELHOS SE ENCONTRAM
A perna em x, também tem nome técnico: Geno Valgo. Ela ocorre quando os joelhos se aproximam e os pés se afastam. Assim os joelhos se projetam para dentro da linha média do corpo (não para trás). Ocorre uma rotação externa coxofemoral (fêmur roda para fora) e rotação interna tibial (tíbia roda para dentro).
A confusão no nome popular acontece porque quem possui geno valgo acaba compensando o fato de um joelho estar sempre encostando no outro através de uma hiperextensão. Por isso é comum que quem possui geno valgo possua também geno recurvato, mas não é necessariamente obrigatório apresentar os dois desvios.
E COMO EU DANÇO BALLET ASSIM?
Quem tem só joelho valgo, não tem tanto um grande problema, e precisa buscar fortalecer a musculatura interna da coxa, o que no ballet já é extremamente trabalhado.
Já quem possui o geno recurvato (somado ou não ao joelho valgo) possui uma grande capacidade de extensão, logo tem que fortalecer os flexores do joelho e alongar os extensores. Falando em termos de gente como a gente: fortalecer a parte de trás da perna e esticar a da frente.
NUNCA, NUNCA MESMO, trabalhe seu joelho hiperestendido. Isso causa lesões gravíssimas. A hiperextensão dá linhas muito bonitas para as bailarinas, mas deve ser trabalhada com cautela e é um trabalho difícil, tanto para professor quanto o aluno.
Algumas queixas que eu escuto normalmente e como solucioná-las:
1 – “Não sei esticar meu joelho se não for para trás”
Coloque um bastão ou cabo de vassoura atrás do joelho do aluno e peça para ele esticá-los, com a hiperextensão ele forçará o bastão para trás, mostre para ele que o bastão deve permanecer reto. Provavelmente, ele irá dizer:
2 – “Mas assim parece que eu estou com o joelho dobrado!”
Mostre que a musculatura que deve estar estendida ao máximo não é da parte de trás do joelho, mas a de cima das coxas. Peça para ele tentar esticar as coxas ao máximo, para cima, e não para trás. Ele deve compreender que os joelhos esticam em direção à linha média do corpo, em linha reta, e não devem fazer curva.
3 – “Não consigo fazer primeira posição sem dobrar os joelhos”
Nesse caso, eu peço para que os calcanhares se separem levemente. LEVEMENTE, 1 ou 2 centímetros no máximo. Assim ele pode esticar os joelhos lembrando da extensão das coxas, e não empurrá-los para trás. A cada aula lembre o aluno de ir tentando encostar progressivamente um calcanhar no outro.
4 – “Não estico os joelhos na quinta posição”
Mesmo trabalho de extensão da musculatura da coxa (principalmente o sartório, músculo de lei para bailarinos com pernas hiperestendidas). Nas primeiras aulas a posição irá dar a sensação de que está flexionada, aos poucos, com trabalho de alongamento de quádriceps, os joelhos irão esticar na posição vertical.
Com trabalho e cuidado, é possível ter belíssimas e saudáveis pernas em x!

fonte: https://plieseletrinhas.wordpress.com



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

o psoas

 importância do psoas para a nossa saúde, vitalidade e bem-estar emocional.
psoas é o músculo mais profundo e estabilizador no corpo humano , afetando o equilíbrio estrutural, a amplitude dos movimento, a mobilidade articular e o funcionamento dos órgãos do abdômen.
É o único músculo que liga a coluna vertebral às pernas, é responsável por nos manter em pé e o que permite levantar as pernas para andar. O psoas saudável estabiliza a coluna vertebral e proporciona apoio através do tronco, além de formar um bom suporte para os órgãos abdominais.
músculo psoasEstudos recentes também consideram o psoas,  um órgão de percepção composto de tecido bio-inteligente que incorpora literalmente, nosso desejo mais profundo de sobreviver e florescer. Ou seja, ele é  o mensageiro primário do sistema nervoso central, por isso também é considerado um porta-voz das emoções (“borboletas na barriga”). Isto acontece, porque o psoas está ligado com o diafragma através do tecido conjuntivo ou fáscia, influenciando tanto a respiração, quanto o medo reflexo.
Um estilo de vida acelerado e o estresse geram uma descarga de adrenalina que cronicamente tensiona o psoas, preparando-nos para correr, entrar em ação ou contrair-se, como forma de nos proteger.   Se mantivermos o psoasconstantemente em tensão devido ao estresse, eventualmente, começarão a encurtar e endurecer. Assim dificultará a nossa postura e as funções dos órgãos que se localizam no abdômen, resultando em dor nas costas, dor ciática, problemas de disco, degeneração do quadril, períodos de menstruações dolorosas ou problemas digestivos.
Além disso, um psoas tenso envia sinais de voltagem para o sistema nervoso, interfere nos movimentos dos fluidos e afeta a respiração do diafragma. Na verdade, o psoas está tão intimamente envolvido nas reações físicas e emocionais básicas que quando está cronicamente estressado, envia constantemente sinais de alerta ao corpo, por isso pode afetar o esgotamento das glândulas supra-renais e do sistema imunológico . Esta situação é agravada pela maneira de sentar-se ou posições dos nossos hábitos diários, reduzindo nossos movimentos naturais e contraindo ainda mais os músculo.
Um psoas liberado permite alongar muito mais a parte posterior dos músculos e permite que as pernas e pélvis movam-se com  mais facilidade e independência. Melhora  a posição da coluna vertebral e de todo o tronco, com a consequente repercussão na melhoria das funções dos órgãos abdominais, da respiração e do coração.
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Quando cultivamos a saúde dos nossos psoas, reacendemos nossas energias vitais que se conectam novamente com o nosso potencial criativo.
Em algumas filosofias orientais o psoas é conhecido como o “músculo da alma”, o principal centro de energia do corpo. Quanto mais flexível e forte é o psoas, mais será o nosso fluxo de energia vital através dos ossos, músculos e articulações.
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O psoas seria como um órgão de canalização da energia, um núcleo que nos conecta com a terra , nos permite criar um suporte forte e equilibrada desde o centro da nossa pélvis. Assim, a coluna vertebral se alonga e, através dela, pode fluir toda nossa vitalidade
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